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NASA · 08 de maio de 2026

UAPs e Defesa: Para o que Devemos nos Preparar? (Relatório COMETA)

Tradução de documento histórico do catálogo PURSUE detalhando o Relatório COMETA francês. O texto analisa encontros de pilotos civis e militares com fenômenos aéreos não identificados, defendendo a seriedade da hipótese extraterrestre para a segurança nacional.

Tradução do documento original

Introdução e Contexto Histórico

Este documento refere-se ao relatório independente sobre UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados) redigido pela associação francesa COMETA, detalhando resultados de estudos do Instituto de Altos Estudos de Defesa Nacional (IHEDN) [§ p.5]. O relatório visa despojar o fenômeno UAP de sua camada irracional, tratando-o como um objeto de estudo científico e militar sério [§ p.7].

Em 30 de abril de 2001, Carol Rosin, ex-porta-voz de Wernher von Braun, encaminhou este material para a NASA, descrevendo-o como um caminho para "abrir as portas para o espaço" [§ p.2].

Depoimentos de Pilotos Franceses

O documento destaca casos onde a competência técnica dos observadores reduz a probabilidade de erros de identificação:

Caso Mirage IV (7 de março de 1977)

O piloto Hervé Giraud e seu navegador observaram um brilho intenso vindo em rota de colisão a Mach 0.9 em uma altitude de 9600m. O radar militar de Contrexéville não detectou o objeto. O piloto realizou manobras evasivas de até 6.5G, mas o objeto demonstrou manobrabilidade superior, posicionando-se atrás da aeronave antes de desaparecer sem emitir estrondo sônico [§ p.13-14].

Voo AF 3532 (28 de janeiro de 1994)

O comandante Jean-Charles Duboc, da Air France, avistou um objeto em formato de lente de cor castanha próximo a Coulommiers. O fenômeno foi confirmado por radar em terra pelo Centro de Operações de Defesa Aérea (CODA). O objeto, estimado em 250 metros de comprimento, desapareceu instantaneamente da vista e do radar ao mesmo tempo [§ p.15].

Casos Aeronáuticos Internacionais Notáveis

O relatório compila incidentes globais de alta estranheza:

  • Lakenheath (Reino Unido, 1956): Objetos detectados por radares USAF/RAF movendo-se a velocidades de até 6400 km/h. Um caça Venom tentou interceptação, mas o UAP realizou manobras de perseguição reversa contra o piloto [§ p.16-17].
  • RB-47 (EUA, 1957): Um bombardeiro equipado com sensores de inteligência eletrônica detectou emissões de micro-ondas pulsadas vindas de um objeto que circulou a aeronave e demonstrou tecnologia de invisibilidade ativa ao radar [§ p.18].
  • Teerã (Irã, 1976): Dois caças F-4 Phantom tentaram interceptar um objeto luminoso. Conforme os jatos se aproximavam (45 km), seus sistemas de armas e comunicações sofriam falhas totais, recuperando a funcionalidade apenas ao se afastarem do objeto [§ p.19].

Considerações de Defesa

O General Bernard Norlain ressalta que o fenômeno levanta problemas concretos para a defesa nacional. O relatório sugere que, na ausência de provas irrefutáveis sobre a origem, a hipótese extraterrestre deve ser considerada seriamente, especialmente dadas as capacidades tecnológicas demonstradas pelos objetos, que superam os meios convencionais conhecidos [§ p.10, 12].

Esta tradução cobre as páginas 1 a 19 de 94 do documento; o restante está disponível no original, no link da fonte.

Glossário

COMETA
Comité d'Études Approfondies (Comitê de Estudos Aprofundados).
IHEDN
Institut des Hautes Études de Défense Nationale (Instituto de Altos Estudos de Defesa Nacional da França).
SEPRA
Serviço de Especialização em Fenômenos de Reentrada Atmosférica (França).
CIRVIS
Instruções de Comunicação para Relatos de Avistamentos de Inteligência Vital.
GEPAN
Grupo de Estudo de Fenômenos Aeroespaciais Não Identificados (precursor do SEPRA).

Perguntas frequentes

O que é o Relatório COMETA?
É um estudo independente francês, apoiado por ex-auditores do IHEDN, que analisa casos de UAPs sob a ótica da defesa nacional e segurança aérea.
Quais foram as conclusões sobre o voo AF 3532?
O relatório confirmou a correlação entre o avistamento visual da tripulação e um rastro de radar que indicava um objeto de aproximadamente 250 metros de comprimento.
Qual o efeito dos UAPs nos caças iranianos em 1976?
O documento relata que o UAP causou interferência eletromagnética total, desativando rádio, intercomunicador e sistemas de armas dos F-4 Phantoms durante a aproximação.

Entidades citadas

  • Carol Rosin· person
  • COMETA· agency
  • Hervé Giraud· person
  • Jean-Charles Duboc· person
  • IHEDN· agency
  • Lakenheath· location
  • RB-47· aircraft

Documentos relacionados

Documento original (em inglês):

↗ https://www.war.gov/medialink/ufo/release_1/255_413270_ufo's_and_defense_what_should_we_prepare_for.pdf
Tipo
PDF
Tamanho
23.4 MB
Modelo
gemini-3-flash-preview
Confiança
0.95

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