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NEWSNATION · 13 de agosto de 2026

Pesquisador Robert Hastings detalha a conexão indubitável entre UAPs e armas nucleares

Em entrevista ao jornalista Ross Coulthart, o pesquisador Robert Hastings revela décadas de investigações sobre incursões de UAPs em bases de mísseis nucleares dos EUA. O documento apresenta evidências de interferência tecnológica externa em sistemas de armas estratégicas, corroboradas por centenas de testemunhas militares.

Visão Geral do Documento

Este documento é uma transcrição detalhada da entrevista realizada por Ross Coulthart no programa Reality Check (NewsNation), apresentando o trabalho de Robert Hastings, autor da obra seminal UFOs and Nukes: Extraordinary Encounters at Nuclear Weapons Sites. Hastings é amplamente reconhecido na comunidade de inteligência e por ex-oficiais do DoD como a maior autoridade mundial na relação entre fenômenos anômalos e infraestrutura atômica.

O Incidente na Base Aérea de Malmstrom (1967)

Hastings relata sua experiência pessoal como filho de um sargento da Força Aérea dos EUA (USAF) na Base de Malmstrom em 1967. Enquanto trabalhava na torre de controle, ele testemunhou operadores de radar rastreando alvos anômalos realizando manobras impossíveis para a tecnologia da época. Posteriormente, seu pai confirmou que o NORAD rastreou os objetos e que rumores circulavam sobre UAPs manobrando próximos a silos de mísseis nucleares.

Interferência em Sistemas de Lançamento em Minot

Um dos pontos críticos da transcrição é o relato do Capitão David Schuur na Base de Minot (1966/67). Schuur descreve um objeto autoiluminado pairando sobre silos de mísseis Minuteman. De acordo com o depoimento, o objeto ativou sequências de contagem regressiva de lançamento em múltiplos mísseis, forçando os oficiais a utilizarem o inhibit switch (interruptor de inibição) para evitar um disparo acidental. Hastings argumenta que tal ação demonstra um controle tecnológico superior sobre sistemas criptografados e isolados da USAF.

O Incidente de Big Sur e a Confirmação de Lou Elizondo

O documento aborda o famoso caso de 1964 em Vandenberg, onde o Dr. Bob Jacobs filmou um UAP interceptando uma ogiva nuclear de teste em pleno voo. O objeto teria disparado feixes de luz, resultando na queda da ogiva. Hastings revela que Luis Elizondo, ex-diretor do AATIP, confirmou ter visto o filme original enquanto estava no Pentágono, validando um relato que foi alvo de acobertamento por décadas pela CIA e pela Força Aérea.

Implicações Estratégicas e Acobertamento

A transcrição destaca que esses incidentes não se limitam aos EUA, citando casos na antiga União Soviética (1982) onde mísseis também foram ativados por UAPs. Hastings conclui que essas Inteligências Não-Humanas (NHI) demonstram interesse persistente em nossa capacidade nuclear, possivelmente como um alerta sobre os perigos da aniquilação atômica. Ele critica o papel do AARO e de seu ex-diretor, Sean Kirkpatrick, sugerindo que o escritório atua mais como uma frente de contenção de informações do que como um órgão de transparência científica.

Glossário

UAP
Fenômeno Aéreo Não Identificado (Unidentified Anomalous Phenomena)
NHI
Inteligência Não-Humana (Non-Human Intelligence)
NORAD
Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte
FOIA
Lei de Liberdade de Informação dos EUA
AARO
Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios

Perguntas frequentes

O que aconteceu em Minot segundo Robert Hastings?
Um UAP ativou a sequência de lançamento de mísseis nucleares, exigindo intervenção manual para parar a contagem.
Qual a evidência do caso Big Sur?
Um filme de 1964 mostrando um disco disparando feixes contra uma ogiva, confirmado por Luis Elizondo.
A União Soviética teve casos similares?
Sim, em 1982, na Ucrânia Soviética, mísseis entraram em prontidão de lançamento por 15 segundos durante a presença de UAPs.

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