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NEWSNATION · 13 de setembro de 2026

Audiência na Câmara dos EUA: Vídeo alega que UAP sobreviveu a impacto de míssil Hellfire no Iêmen

Durante depoimento na Câmara dos Representantes dos EUA, um novo vídeo capturado por drone MQ-9 Reaper foi apresentado, mostrando um objeto esférico sendo atingido por um míssil Hellfire sem sofrer danos aparentes. O incidente, ocorrido em outubro de 2024 na costa do Iêmen, levanta questões sobre tecnologias anômalas e a obstrução de dados por oficiais não eleitos.

Contexto do Incidente e Revelação Legislativa

No dia 13 de novembro de 2024, durante uma audiência conjunta das subcomissões de Supervisão e Responsabilidade da Câmara dos Representantes dos EUA, um vídeo de alta sensibilidade foi trazido a público. O registro, datado de 30 de outubro de 2024, apresenta um encontro cinético entre um UAP (Fenômeno Aéreo Não Identificado) e armamento convencional norte-americano. Segundo o relato, um drone MQ-9 Reaper monitorava um objeto esférico (conhecido na comunidade de inteligência como 'orb') na costa do Iêmen quando um segundo drone disparou um míssil Hellfire contra o alvo.

O aspecto mais extraordinário do vídeo é a resiliência do objeto. Diferente de qualquer aeronave ou drone conhecido, o UAP parece absorver ou repelir o impacto direto do míssil. Conforme descrito pelos parlamentares e testemunhas, o objeto permaneceu em voo, aparentemente carregando consigo os detritos da explosão ou mantendo sua integridade estrutural absoluta após a detonação, desafiando as leis da física e da ciência dos materiais convencional.

Obstrução de Informações e Transparência

A audiência também serviu como palco para denúncias graves sobre a retenção de dados UAP dentro do governo dos EUA. Foi relatado que membros do Congresso enfrentam barreiras constantes de funcionários de carreira e equipes de assessoria (não eleitos) para acessar briefings completos do AARO (Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios). Houve menção direta a tentativas barradas de incluir emendas de transparência UAP na Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA).

O pesquisador e jornalista George Knapp, presente na audiência, confirmou que a existência desse tipo de filmagem é conhecida há tempos por investigadores do fenômeno, mencionando que existem 'bancos de dados' repletos de registros similares que permanecem classificados. A divulgação deste vídeo específico representa uma quebra rara no sigilo que envolve interações militares agressivas com UAPs.

Implicações Técnicas do Evento

A análise preliminar do vídeo sugere que o UAP possui capacidades de defesa passiva ou ativa que neutralizam ogivas de fragmentação e alto explosivo. O míssil Hellfire, projetado para destruir veículos blindados e alvos estratégicos, parece ter 'quicado' ou explodido sem alterar a trajetória do objeto. Este comportamento reforça a hipótese de 'tecnologia trans-meio' ou sistemas de propulsão e proteção que não dependem de aerodinâmica tradicional. O documento original e o vídeo completo podem ser consultados via fontes oficiais do Congresso e canais de cobertura jornalística especializada como a NewsNation.

Glossário

UAP
Fenômeno Aéreo Não Identificado (Unidentified Anomalous Phenomena).
AARO
Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios do Departamento de Defesa dos EUA.
MQ-9 Reaper
Veículo aéreo não tripulado (drone) utilizado para inteligência e ataques de precisão.
Hellfire
Míssil ar-superfície guiado a laser, padrão em drones militares dos EUA.
NDAA
Lei de Autorização de Defesa Nacional, orçamento anual da defesa dos EUA.

Perguntas frequentes

O que o vídeo do drone MQ-9 mostra exatamente?
O vídeo mostra um objeto esférico sendo atingido por um míssil Hellfire na costa do Iêmen em 30 de outubro de 2024; o objeto sobrevive ao impacto e continua voando.
Quem disparou o míssil contra o UAP?
O disparo foi realizado por um segundo drone MQ-9 que não estava visível no enquadramento principal da câmera de monitoramento.
O Congresso dos EUA tem acesso total a esses vídeos?
Não. De acordo com os depoimentos, funcionários do governo e do staff parlamentar têm bloqueado o acesso dos congressistas eleitos a bancos de dados contendo esses registros.

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