uff

GEIPAN · 19 de novembro de 1976

Registro de Observação de Objeto Luminoso na Charente-Maritime (1976)

Este registro documenta uma observação de um objeto luminoso no céu, datada de 17 de novembro de 1976. A fonte aponta para um catálogo de casos, indicando o registro de um Fenômeno Aéreo Não Identificado (UAP) em uma área específica da França. O material é um exemplo de registro histórico de observações, crucial para o estudo de fenômenos aéreos.

Análise do Registro de Observação UAP

O documento em questão refere-se a um registro catalogado sob o código LOULAY (17) e datado de 17 de novembro de 1976. A agência associada à fonte é a GEIPAN, e o caso está indexado em um catálogo de ocorrências. Embora o formato original seja listado como 'html (?)', o conteúdo primário é uma descrição sucinta de um evento observado.

Detalhes da Observação

A descrição original em inglês, retirada do catálogo PURSUE/AARO, é extremamente concisa: "Zone: Charente-Maritime. Observation d'un objet lumineux dans le ciel." [§ p.N/A]. Esta frase traduz-se literalmente como: "Zona: Charente-Maritime. Observação de um objeto luminoso no céu." [§ p.N/A].

Este tipo de registro é fundamental na pesquisa de UAP, pois estabelece um ponto de partida factual: a localização geográfica (Charente-Maritime) e a natureza do fenômeno (objeto luminoso no céu). A ausência de detalhes adicionais no trecho fornecido exige que o leitor compreenda o contexto de um catálogo de incidentes.

Contexto Técnico e Relevância Histórica

Em um contexto militar e científico, registros como este são classificados como dados brutos de observação. Eles representam o ponto inicial de uma investigação mais profunda. O termo 'objeto luminoso' é um descritor inicial, indicando que o fenômeno foi percebido visualmente como uma fonte de luz, mas sem especificar características como trajetória, velocidade, altitude ou comportamento, o que é comum em relatos iniciais de avistamento.

O estudo de tais casos, como este de 1976, ajuda as agências de defesa e pesquisa a mapear padrões de ocorrência. Embora o documento não forneça o relatório completo, sua existência no acervo de um catálogo sugere que o evento foi considerado digno de registro e arquivamento institucional. A análise desses dados ajuda a distinguir entre fenômenos naturais (como balões ou aeronaves conhecidas) e anomalias persistentes.

Interpretação para o Estudo UAP

Para o público interessado em Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP), este registro ilustra a metodologia de catalogação. A menção a fontes como PURSUE e AARO (embora o documento original venha de uma fonte francesa) reforça a importância de manter um registro sistemático. O fato de a fonte ser um catálogo sugere que, após o registro inicial, pode ter havido tentativas de correlacionar o evento com outras informações, como testemunhos adicionais ou dados de radar, mesmo que esses detalhes não estejam presentes no trecho fornecido [§ p.N/A].

É importante notar que, para obter o contexto completo deste caso, é necessário consultar a fonte original indicada: https://www.cnes-geipan.fr/fr/recherche/cas?cas=431. A análise de documentos históricos como este permite aos pesquisadores traçar a evolução da documentação de UAP, passando de observações simples para análises complexas de múltiplos domínios.

Glossário

UAP
Fenômeno Aéreo Não Identificado (Unidentified Anomalous Phenomena)
GEIPAN
Agência que mantém o catálogo de casos de observação.
Charente-Maritime
Localidade geográfica francesa onde o avistamento ocorreu.

Perguntas frequentes

O que significa 'objeto luminoso no céu' em termos de UAP?
Significa que o fenômeno foi percebido visualmente como uma fonte de luz, sendo um descritor inicial de um avistamento.
Qual a relevância da data de 1976 para este caso?
A data situa o registro em um período histórico de documentação de fenômenos aéreos, permitindo o estudo da evolução dos relatos de UAP.
O que é a GEIPAN?
É a agência associada à fonte do registro, responsável pelo catálogo de casos.

Entidades citadas

Documentos relacionados