uff

AARO · 06 de agosto de 2026

AARO: Análise do Caso "Go Fast" — UAP filmado pela Marinha em 2015 se movia com o vento, sem características anômalas

O Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios (AARO) publicou em 6 de fevereiro de 2025 a resolução do caso "Go Fast", vídeo gravado por piloto da Marinha dos EUA em janeiro de 2015. A análise conclui, com alta confiança, que o objeto voava a aproximadamente 13.000 pés de altitude e se movia em velocidade compatível com as condições de vento — sem exibir desempenho anômalo.

Visão Geral do Caso

Em janeiro de 2015, um piloto de F/A-18F da Marinha dos EUA gravou um objeto utilizando um sensor FLIR (Forward Looking Infrared — Infravermelho de Visão Frontal) a aproximadamente 13.000 pés acima do Oceano Atlântico, ao largo da costa da Flórida. [§ p.1]

O vídeo aparentava mostrar o objeto se deslocando em alta velocidade. O AARO não conseguiu identificar o objeto de forma definitiva, mas determinou que ele não exibiu características de desempenho anômalas.

O Departamento de Defesa (DoD) divulgou oficialmente o vídeo "Go Fast" em 2020. O material está disponível para consulta pública na Sala de Leitura FOIA da Marinha. [§ p.1]


Dados Essenciais do Caso

Parâmetro Relatado Avaliado
Localização Costa leste da Flórida
Data Janeiro de 2015
Altitude do objeto Próximo à superfície do oceano ~13.000 pés (≈3.962 m)
Velocidade do objeto Alta velocidade 5 mph a 92 mph
Formato do objeto Redondo Esférico ou elipsoide achatado
Sensor utilizado FLIR (Infravermelho de Visão Frontal)
Relator Marinha dos EUA

Resumo das conclusões: Alta confiança de que o objeto não demonstrou características de desempenho anômalas. [§ p.1]


Principais Conclusões

O AARO avalia, com alta confiança, que o objeto não se deslocou em velocidades anômalas. A análise demonstrou: [§ p.1]


Metodologia: Determinação de Velocidade e Direção

Determinar a velocidade real e a direção de deslocamento do objeto exige conhecer a orientação (proa) do F/A-18F. O AARO calculou a velocidade e a direção do objeto em relação à aeronave, pois o display do vídeo não contém a proa da aeronave. [§ p.2]

O AARO calculou a posição e a direção de deslocamento do objeto para toda a faixa de direções de vento possíveis (0° a 360°), a fim de considerar diferenças nas condições atmosféricas entre a altitude do F/A-18F e a altitude do objeto. Essa modelagem abrangente orientou a avaliação do AARO sobre se o objeto se movia a favor ou contra o vento. [§ p.2]

Dados Históricos de Vento Utilizados

O AARO incorporou dados históricos de velocidade e direção do vento nas duas altitudes relevantes, medidos próximos ao horário e local do evento: [§ p.2]

Quatro Cenários de Vento Analisados

A velocidade e a direção aparentes do objeto foram resumidas para quatro cenários: [§ p.3]

  1. Vento de frente (headwind — aeronave voando contra o vento): O objeto se deslocou 2,0 m/s (5 mph) mais rápido que o vento, a uma orientação de 5° fora da direção do vento.
  2. Vento cruzado pela esquerda (left crosswind): O objeto se deslocou 26,5 m/s (59 mph) mais rápido que o vento, com orientação de 31,5° fora da direção do vento.
  3. Vento de cauda (tailwind — aeronave voando a favor do vento): O objeto se deslocou 41,3 m/s (92 mph) mais rápido que o vento, com orientação de 12,3° fora da direção do vento.
  4. Vento cruzado pela direita (right crosswind): O objeto se deslocou 27,7 m/s (62 mph) mais rápido que o vento, com orientação de 9,5° fora da direção do vento.

"As características de desempenho do objeto são consistentes com as condições históricas de vento em cada cenário. O AARO avalia que o objeto não demonstrou características de desempenho anômalas." [§ p.3]

Efeito de Paralaxe de Movimento

A aparente alta velocidade do objeto é atribuída à paralaxe de movimento (motion parallax). Paralaxe de movimento é um efeito óptico que induz um observador a perceber que um objeto estacionário ou de lento deslocamento se move muito mais rápido do que sua velocidade real, quando observado a partir de um referencial em movimento. Quanto mais rapidamente o observador se desloca em relação ao objeto observado, mais pronunciado é esse efeito. [§ p.3–4]


Qualidade dos Dados e Metodologia

O AARO analisou o vídeo FLIR de 34 segundos disponível publicamente, pois o arquivo original e seus metadados não estão mais disponíveis. O display do vídeo forneceu informações suficientes para avaliar a altitude do objeto e uma faixa de velocidades possíveis. O display mostrava: [§ p.4]

A localização exata e a proa da aeronave durante a gravação são desconhecidas.¹ O AARO não pôde calcular uma única velocidade ou direção para o objeto. Em vez disso, a análise considerou todas as proas possíveis da aeronave (de 0° a 360°) para calcular uma faixa de velocidades e orientações possíveis para o objeto. [§ p.4]

¹ Nota do Editor: O AARO buscou, mas não conseguiu obter relatos de testemunhos da tripulação do F/A-18F. Atualizado em 20 de fevereiro de 2025. [§ p.4]

Estimativa de Tamanho do Objeto

O AARO não conseguiu determinar o tamanho do objeto devido à baixa resolução do vídeo e ao alcance do sensor até o objeto. No entanto, análise de pixels realizada pelo parceiro da Comunidade de Inteligência (IC) do AARO sugeriu que o objeto media um metro ou menos — comparável a um pequeno drone ou pássaro. [§ p.4]


Apêndice A: Estimativa de Localização, Velocidade e Direção do UAP a partir dos Dados de Vídeo FLIR do "Go Fast"

(Documento técnico — Fevereiro de 2025) [§ p.5]

Introdução

Em 2024, o AARO estimou soluções possíveis de altitude, velocidade e direção para o UAP conhecido como "Go Fast". O apêndice apresenta análise de dados mais aprofundada para os interessados na matemática e nos cálculos aplicados ao vídeo FLIR capturado por um pod sensor AN/ASQ a bordo do F/A-18 Super Hornet. O AARO extraiu manualmente os dados de um vídeo publicamente disponível do evento. [§ p.5]

Vídeos coletados por sensores militares como o AN/ASQ não são projetados para coletar vídeo de movimento completo (FMV — Full-Motion Video) ou outros produtos de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR). Portanto, não se destinam a suportar análise de inteligência ou análise rigorosa. Os vídeos desses sistemas frequentemente contêm artefatos de compressão ou carecem dos metadados necessários para uma análise exaustiva. [§ p.5]

O AARO reconstruiu o percurso de voo e a posição do F/A-18 e avaliou trajetórias possíveis do UAP "Go Fast", utilizando a matemática e os métodos definidos nos padrões UAS Datalink Local Set (MISB ST 0601.19, de 2 de março de 2023) da Motion Imagery Standards Board da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (NGA). [§ p.5]


Dados Disponíveis

Os únicos dados disponíveis ao AARO foram provenientes de um arquivo Windows Media comprimido (.wmv). Os metadados da gravação não contêm a posição georreferenciada e a proa do F/A-18, necessárias para determinar a posição absoluta e as características de voo do UAP. O display do sensor contém informações suficientes para estimar velocidade, direção relativa e altitude do UAP. Esses dados incluem: [§ p.6]

O display do pod sensor exibe a maioria desses valores como números inteiros, limitando a fidelidade dos cálculos iniciais. [§ p.6]

Segmento de Vídeo Analisado

O AARO focou sua análise em um trecho de 13 segundos do vídeo, entre os segundos 4239 ("t₁") e 4252 ("t₂"). Esse segmento foi selecionado porque, entre t₁ e t₂, o ângulo de inclinação (bank angle), altitude e velocidade da aeronave permaneceram quase constantes. Em t₁, o alcance do F/A-18 ao UAP era de 4,0 milhas náuticas (NM), reduzindo para 3,4 NM em t₂. [§ p.6]


Metodologia de Cálculo da Localização do UAP

Como os dados não fornecem uma localização absoluta para o F/A-18 em t₁, a aeronave foi posicionada arbitrariamente na origem de um sistema de coordenadas cartesiano x-y-z, conforme definido nos padrões MISB ST 0601.19. O eixo longitudinal da aeronave é o eixo +x, o transversal é o +y, e o vertical é o +z. [§ p.7–8]

Com a posição do F/A-18 definida em t₁, a localização do UAP em relação a essa posição foi calculada pela definição de um vetor de linha de visada (LOS — Line of Sight), rotacionado pelos ângulos de azimute e elevação do sensor. [§ p.8]

Posição do UAP em t₁:

O vetor LOS inicial em t₁ tinha magnitude de 7.408 m (alcance ao alvo). Após as rotações matriciais pelos ângulos de elevação (β = -29°) e azimute (γ = -49°, à esquerda), o vetor resultante foi <4.251, -4.890, 3.591> m, indicando que o UAP estava: [§ p.9–10]

Isso corresponde a uma altitude de 4.029 m (13.219 pés). [§ p.10]

Posição do UAP em t₂:

Como a aeronave estava com ângulo de inclinação de 14° entre t₁ e t₂, ela percorreu uma trajetória curva. O raio de curvatura foi calculado em 14.759 m. O ângulo de guinada (yaw) acumulado foi de φ = -9,6° (sentido anti-horário). A posição do F/A-18 em t₂ resultou em um deslocamento de [2.461, -207, 0] m em relação a t₁. [§ p.10–11]

Após as rotações matriciais para t₂ (β = -35°, γ = -57°, φ = -9,6°), o UAP estava localizado em [4.510, -4.941, 3.612] m, o que corresponde a uma altitude de 4.008 m (13.150 pés) — muito próxima à altitude em t₁, indicando trajetória predominantemente nivelada. [§ p.12]


Resultados de Velocidade e Direção

A distância percorrida pelo UAP entre t₁ e t₂ foi calculada pela fórmula da distância cartesiana em ≈265 m. Dividindo pelos 13 segundos decorridos, a velocidade estimada foi de ≈20 m/s (45 mph). [§ p.12–13]

A direção de deslocamento do UAP (φ_UAP) calculada foi de -11,14°, indicando que o objeto se movia na mesma direção geral do F/A-18 (-9,6°), porém cerca de 9 vezes mais devagar. [§ p.13]

Importante: todas as localizações e direções são relativas ao sistema de coordenadas definido. Referências a Norte, Sul, Leste e Oeste não podem ser feitas sem conhecimento da localização ou proa do F/A-18. [§ p.13]


Estimativa do Percurso Completo do UAP

A mesma abordagem matemática foi aplicada a todos os frames do trecho de 13 segundos para estimar o percurso contínuo do UAP. O vídeo a 30 Hz apresenta 0,033 segundos entre frames. [§ p.13]

Os valores de azimute do sensor, elevação do sensor e alcance ao alvo foram estimados para todos os frames por ajuste de curvas polinomiais de 2ª ordem aos pontos de dados identificados. Os ajustes apresentaram valores de R² próximos a 1,0, indicando excelente qualidade de ajuste. [§ p.14]

O percurso resultante do UAP no plano x-y mostrou uma trajetória relativamente reta, da esquerda superior para a direita inferior. O perfil de altitude mostrou o UAP subindo cerca de 10 m (30 pés) durante a maior parte do percurso, com uma leve descida nos últimos segundos. [§ p.15]

Comparação dos dois métodos de análise: [§ p.17]

Método Ponto Inicial Ponto Final Distância Velocidade
Percurso Contínuo [4.284, -4.889, 3.601] m [4.500, -4.953, 3.592] m 226 m 17,4 m/s (38,9 mph)
Primeiro/Último Frame [4.251, -4.890, 3.591] m [4.510, -4.941, 3.612] m 265 m 20,4 m/s (45,6 mph)

Incorporação dos Ventos Prevalecentes

A velocidade exibida no sensor em número Mach representa a velocidade aérea relativa da aeronave e não considera a velocidade ambiente do vento. O AARO explorou os possíveis efeitos dos ventos em altitude somando a velocidade e a direção do vento à velocidade e direção do F/A-18 para obter um novo percurso de voo, determinando então o percurso do UAP. [§ p.17]

Dados de vento históricos utilizados: [§ p.17]

Percurso Estimado do UAP com Vento

O AARO calculou o percurso do F/A-18 e o percurso resultante do UAP para todas as direções de vento entre 0° e 360°, em incrementos de 1°. Em todos os casos analisados, o UAP se deslocava na mesma direção geral do vento. [§ p.19–20]

Tabela resumida dos quatro cenários direcionais: [§ p.22]

Direção do vento @ 7.620 m Distância percorrida pelo UAP (m) Vel. Vento @ 3.962 m (m/s) Dir. Vento @ 3.962 m Proa do UAP Dif. de Dir. em rel. ao vento Vel. Intrínseca do UAP (m/s)
0° (vento de cauda) 928,8 30,9 10° -2,3° -12,3° 41,25
90° (da esquerda) 687 30,9 100° 68,4° -31,6° 26,50
180° (vento de frente) 425,7 30,9 190° 185° -5,0° 2,00
270° (da direita) 756,3 30,9 280° 289,5° +9,5° 27,70

(Vento: 52 m/s / 101 nós @ 7.620 m / 25.000 pés) [§ p.22]


Considerações sobre o Efeito de Paralaxe

Quando o F/A-18 voa contra o vento (vento de frente), a aeronave e o UAP se movem em direções opostas. Esse cenário amplifica o efeito de paralaxe, fazendo com que a velocidade aparente do UAP no vídeo pareça muito maior do que a real. [§ p.25]

"A distância entre esses dois pontos (setas vermelhas) é a distância percebida que o UAP percorreu devido à paralaxe. Quanto maior a distância projetada (seta vermelha) em comparação à distância real percorrida (seta preta) a 3.962 m, maior a velocidade percebida do UAP no vídeo." [§ p.25]


Conclusões do Apêndice Técnico

A metodologia utilizada para analisar o evento "Go Fast" foi derivada da análise padrão de FMV e aplicada com sucesso aos dados extraídos manualmente do vídeo .wmv disponível publicamente. [§ p.24]

Limitações da análise: [§ p.24]

"Embora um conjunto completo de dados para resolver completamente a localização, velocidade e direção do UAP 'Go Fast' não estivesse disponível no momento desta análise, o AARO tem alta confiança de que o UAP não exibiu qualquer comportamento anômalo ou mesmo excepcional." [§ p.26]

A altitude do UAP foi determinada com alta confiança em aproximadamente 3.962 m (13.000 pés) acima do nível do mar — resultado que depende apenas dos ângulos de apontamento do sensor e do alcance ao alvo, sem dependência da posição absoluta do F/A-18 ou da velocidade do vento. [§ p.25]

O AARO observa que há uma faixa de condições de vento em que o objeto se move geralmente na velocidade e na direção do vento. As técnicas de GEOINT (Geospatial Intelligence) aqui aplicadas serão incorporadas ao repertório analítico do AARO. [§ p.26]


Referências Citadas no Documento

  1. Portal de Casos UAP do AARO: https://www.aaro.mil/UAP-Cases/UAP-Case-Resolution-Reports/
  2. Software SOCET GXP (análise geoespacial): https://www.geospatialexploitationproducts.com/content/socet-gxp/
  3. Padrão NGA MISB ST 0601.19: https://nsgreg.nga.mil/doc/view?i=5471
  4. Vídeo Go Fast (FOIA Marinha): https://www.navair.navy.mil/foia/sites/g/files/jejdrs566/files/2020-04/3%20-%20GOFAST.wmv
  5. Calculadora de número Mach da NASA
    6–7. CRC Standard Mathematical Tables and Formulae (1983)
  6. Banco de dados histórico de vento: https://earth.nullschool.net

Glossário

FLIR
Forward Looking Infrared — sensor de infravermelho de visão frontal utilizado em aeronaves militares para detecção térmica de objetos
AARO
All-domain Anomaly Resolution Office — Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios do Departamento de Defesa dos EUA
FMV
Full-Motion Video — vídeo de movimento completo com metadados georreferenciados, padrão para análise de inteligência
ISR
Intelligence, Surveillance and Reconnaissance — Inteligência, Vigilância e Reconhecimento; categoria de produtos de coleta de dados militares
LOS
Line of Sight — Linha de Visada; vetor geométrico que representa a direção de apontamento do sensor ao alvo
Paralaxe de Movimento
Efeito óptico pelo qual um objeto estacionário ou de baixa velocidade parece se mover muito mais rápido quando observado a partir de uma plataforma em movimento
Velocidade Intrínseca
Velocidade do objeto após descontar a contribuição do vento; representa o deslocamento que não pode ser explicado pelo vento
MISB ST 0601.19
Padrão técnico da NGA para metadados de vídeo de sistemas aéreos não tripulados (UAS Datalink Local Set Standards)
NGA
National Geospatial-Intelligence Agency — Agência Nacional de Inteligência Geoespacial dos EUA
GEOINT
Geospatial Intelligence — Inteligência Geoespacial; disciplina analítica baseada em imagens e dados georreferenciados
Bank Angle
Ângulo de inclinação lateral da aeronave em relação ao plano horizontal; usado para calcular o raio de curvatura do percurso de voo
FOIA
Freedom of Information Act — Lei de Liberdade de Informação dos EUA, que permite ao público solicitar acesso a documentos governamentais

Perguntas frequentes

O objeto no vídeo 'Go Fast' realmente se movia em alta velocidade?
Não, segundo o AARO. A aparente alta velocidade é atribuída ao efeito de paralaxe de movimento — o objeto voava a aproximadamente 13.000 pés de altitude e se deslocava entre 5 mph e 92 mph, compatível com as condições de vento históricas da região.
O AARO identificou o que era o objeto?
Não. O AARO declarou explicitamente que não conseguiu identificar o objeto de forma definitiva, mas determinou que ele não exibiu características de desempenho anômalas.
Qual era a altitude real do objeto, e como foi determinada?
A altitude foi estimada em aproximadamente 13.000 pés (≈3.962 m) acima do nível do mar. O AARO tem alta confiança nesse resultado, pois depende apenas dos ângulos de apontamento do sensor FLIR e do alcance ao alvo, sem necessidade de conhecer a posição absoluta da aeronave.
Qual era o tamanho estimado do objeto?
A análise de pixels realizada por um parceiro da Comunidade de Inteligência sugeriu que o objeto media um metro ou menos — comparável a um pequeno drone ou pássaro.
Por que não foi possível determinar a velocidade exata do objeto?
A proa (direção de voo) exata do F/A-18 não estava disponível nos metadados do vídeo. Sem essa informação, o AARO calculou uma faixa de velocidades e direções possíveis para todas as proas de 0° a 360°.
O AARO conseguiu ouvir a tripulação que filmou o objeto?
Não. Uma nota editorial adicionada em 20 de fevereiro de 2025 informa que o AARO buscou, mas não conseguiu obter relatos de testemunhos da tripulação do F/A-18F.
O objeto se moveu contra o vento em algum cenário analisado?
Não. O documento afirma que o objeto não se moveu contra o vento em nenhuma das simulações conduzidas pelo AARO.

Entidades citadas

Documentos relacionados