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JRE · 07 de agosto de 2026

Transcrição completa: Bob Lazar relata trabalho em S4 e propulsão de craft extraterrestre no podcast de Joe Rogan

Em episódio do Joe Rogan Experience publicado em 2019, o físico Bob Lazar detalhou, pela primeira vez em formato longo e sem cortes, sua versão sobre o trabalho realizado na instalação S4, próxima à Área 51, incluindo reatores, elemento 115 e nove craft de origem não humana.

Contexto da Entrevista

Em junho de 2019, o apresentador Joe Rogan recebeu Bob Lazar e o cineasta Jeremy Corbell no episódio #1315 do Joe Rogan Experience (JRE). A conversa ocorreu pouco depois do lançamento do documentário de Corbell intitulado Bob Lazar: Area 51 & Flying Saucers. A entrevista é considerada uma das mais completas já concedidas por Lazar, cobrindo desde sua trajetória no Laboratório Nacional de Los Alamos até o período em que afirma ter trabalhado na instalação classificada denominada S4.

O documento aqui apresentado é a transcrição automática integral desse episódio, sem edição ou verificação humana posterior, o que explica ausência de pontuação e eventuais erros de reconhecimento de fala.

Trajetória de Lazar até S4

Segundo a narrativa de Lazar na entrevista, ele trabalhava no Laboratório Nacional de Los Alamos, Novo México, em desenvolvimento de armas nucleares e física aplicada. O ponto de contato que teria aberto caminho para S4 foi Edward Teller — o chamado "pai da bomba de hidrogênio" —, a quem Lazar afirma ter encontrado pessoalmente após ser destaque em jornal local por instalar um motor a jato em seu Honda. Anos depois, ao buscar reingressar na comunidade científica, Lazar enviou currículo referenciando esse encontro. Teller teria fornecido um contato na empresa EG&G, contratada do governo federal para operações no Nevada Test Site.

Após algumas entrevistas na divisão de projetos especiais da EG&G, situada no Aeroporto McCarran, em Las Vegas, Lazar afirma ter sido contratado para trabalho em "propulsão avançada" em localização remota. O transporte era feito pelos chamados "voos Janet" — serviço aéreo não marcado que conecta Las Vegas à Área 51.

O que Lazar descreve em S4

A instalação S4, conforme descrita por Lazar, fica aproximadamente 24 km ao sul da Área 51, embutida em uma encosta de montanha com portas de hangar camufladas. Lazar afirma ter visto, logo em sua chegada, uma aeronave em formato de disco dentro de um dos hangares — com uma pequena bandeira americana colada na fuselagem. Seu parceiro de laboratório, identificado apenas como "Barry", o teria introduzido ao componente central do projeto: um reator compacto, com formato hemisférico, de aproximadamente 30 cm de diâmetro.

Lazar descreve que o reator produzia um campo gravitacional mensurável quando em operação — algo que, segundo ele, não era replicável com tecnologia humana conhecida à época. Ao tentar encostar a mão na esfera, sentiu repulsão física semelhante à de dois polos magnéticos iguais em contato. O reator seria alimentado por Elemento 115, um elemento não existente na tabela periódica em 1988-1989, na versão estável que ele descreve. O Elemento 115 foi sintetizado em laboratório por físicos do GSI Helmholtzzentrum, na Alemanha, em 2003 (com quatro átomos instáveis), e recebeu o nome oficial Moscóvio (Mc) em 2016 — fato que Lazar cita como confirmação parcial de suas alegações.

Briefings, Compartimentalização e Origens

Lazar relata que recebeu briefings escritos sumários sobre outros projetos no complexo S4. Nesses documentos, constaria que a origem dos craft era o sistema estelar Zeta Reticuli, especificamente um terceiro planeta desse sistema (denominado nos documentos como "ZR3"). Ele ressalva, contudo, que não possui forma de verificar essa informação e admite que parte dos briefings poderia conter desinformação deliberada — prática comum em projetos altamente classificados para rastrear vazamentos.

A estrutura de trabalho era fortemente compartimentalizada: Lazar só poderia trocar informações com seu parceiro Barry; não havia discussão coletiva entre equipes; relatórios eram entregues ao supervisor identificado como Dennis Mariani. Segundo Lazar, essa rigidez de segurança tornava o avanço científico quase impossível — comparando a situação à de alguém tentando desmontar uma motocicleta moderna sem nunca ter visto um motor a combustão.

Os Nove Craft e a Geometria Interior

Lazar afirma que havia nove craft no complexo S4, todos de formas distintas. Ele trabalhou diretamente em apenas um deles. Em uma única ocasião, quando as portas dos hangares estavam abertas, pôde ver os demais. Um deles apresentava dano físico visível — aparentemente um orifício na borda, como se tivesse sido atingido por um projétil. Outro era descrito como um disco plano semelhante a um chapéu de palha; outro tinha laterais onduladas.

O interior do craft em que trabalhou é descrito como monocromático (cor de estanho escuro), sem ângulos retos — todas as superfícies apresentavam raio de curvatura. Havia três assentos pequenos, dispostos ao redor de um reator central, e três objetos retangulares grandes sem painéis ou controles visíveis. Abaixo do nível principal ficavam os amplificadores de gravidade; na camada superior, Lazar especula que havia sistemas de navegação. O craft tinha aproximadamente 16 metros de diâmetro. Os assentos sugeriam ocupantes de cerca de 90 cm de altura.

O Teste de Voo e a Exposição Pública

Lazar relata ter presenciado ao menos um teste de voo do craft. A aeronave teria decolado silenciosamente, exibindo uma descarga corona azulada abaixo do casco durante a elevação inicial — desaparecendo quando o craft se estabilizou em hover. A comunicação com o operador interno era feita por rádio VHF convencional, algo que Lazar considerava fisicamente impossível dado o campo gravitacional emitido pelo casco.

Após ser demitido — processo que ele atribui a uma cadeia de eventos ligada a levar amigos para observar os testes noturnos nas redondezas do perímetro —, Lazar começou a falar publicamente, primeiro em entrevistas locais de Las Vegas em 1989, usando pseudônimo, e depois assumindo identidade pública. O episódio do JRE #1315 é, até hoje, a versão mais extensa dessa narrativa em formato de áudio/vídeo acessível ao público.


Nota editorial: Este documento é uma transcrição automática não editada de conteúdo audiovisual. As afirmações de Bob Lazar não foram confirmadas por nenhuma agência governamental. O UFFO Brasil apresenta o conteúdo como registro histórico de uma das narrativas mais influentes no debate público sobre UAP, sem endossar ou refutar as alegações descritas. O vídeo original pode ser acessado em: https://www.youtube.com/watch?v=BEWz4SXfyCQ

Glossário

S4
Designação da subinstalação classificada dentro do complexo da Área 51, descrita por Lazar como o local onde craft não humanos eram armazenados e estudados
Elemento 115 / Moscóvio (Mc)
Elemento superpesado da tabela periódica; sintetizado em laboratório em 2003 e oficialmente nomeado em 2016. Lazar afirma que uma versão estável era o combustível dos reatores dos craft em S4
Corona discharge
Descarga corona — emissão de luz e ionização causada por campo elétrico intenso em torno de um condutor; observada por Lazar durante a decolagem do craft
Ciclotron
Acelerador de partículas circular; Lazar especulou que a base do reator operava segundo princípio similar
Amplificador de gravidade
Componente descrito por Lazar na camada inferior do craft, responsável por direcionar o campo gravitacional produzido pelo reator
EG&G
Edgerton, Germeshausen & Grier — empresa de engenharia contratada do Departamento de Energia e DoD para operações em instalações classificadas no Nevada
Voos Janet
Serviço aéreo não marcado (sem número de voo público) que transporta funcionários de uma terminal restrita do Aeroporto McCarran, Las Vegas, para instalações como a Área 51
Waveguide
Guia de onda — estrutura que direciona a propagação de ondas eletromagnéticas ou, no contexto do craft descrito, da onda gravitacional emitida pelo reator
Retro-engenharia
Processo de desmontar ou analisar um artefato para compreender seu funcionamento e eventualmente reproduzi-lo, sem acesso ao projeto original
Zeta Reticuli
Sistema estelar binário a aproximadamente 39 anos-luz da Terra, na constelação Reticulum; citado nos briefings entregues a Lazar como origem dos craft

Perguntas frequentes

O que era S4 segundo Bob Lazar?
Uma instalação classificada embutida em encosta de montanha, aproximadamente 24 km ao sul da Área 51, com hangares camuflados que continham nove craft de origem não humana, segundo a descrição de Lazar na entrevista.
O que é o Elemento 115 mencionado por Lazar?
Lazar descreve o Elemento 115 como o combustível dos reatores dos craft — em versão estável não existente na tabela periódica em 1988. O elemento foi sintetizado (em forma instável) em laboratório em 2003 e nomeado oficialmente Moscóvio (Mc) em 2016.
Quantos craft Lazar afirma ter existido em S4?
Nove, todos de formas distintas. Lazar trabalhou diretamente em apenas um e avistou os demais brevemente quando as portas dos hangares estavam abertas.
Como funcionava o reator descrito por Lazar?
Segundo Lazar, era um hemisférico de aproximadamente 30 cm que produzia campo gravitacional próprio quando ativado. Não emitia calor detectável por câmera infravermelha, não gerava campo magnético mensurável e operava sem fiação entre subcomponentes.
Por que Lazar foi ao podcast de Joe Rogan?
A entrevista ocorreu após o lançamento do documentário de Jeremy Corbell sobre Lazar. Rogan, que acompanhava o caso há décadas, convidou ambos para uma conversa de formato longo, descrita como a versão mais completa da narrativa de Lazar em áudio/vídeo público.
Qual era a função de Lazar em S4?
Retro-engenharia do sistema de potência e propulsão de um dos craft — especificamente tentar entender e eventualmente replicar o funcionamento do reator com materiais disponíveis.
Lazar descreveu como os craft eram pilotados?
O craft que ele observou tinha três assentos ao redor de um reator central e três objetos retangulares sem controles visíveis. Em um teste, um operador humano pilotou o craft comunicando-se por rádio VHF convencional, algo que Lazar considerava fisicamente paradoxal.

Entidades citadas

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